quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Do impotente

Sinto medo de estar perdendo a sanidade. Medo de com isso estar me encontrando. Não vejo coisas nem escuto vozes, mas me vem um desespero aterrador. É como que uma visita. Uma visita indesejada de um visitante desconhecido. Ele apenas senta ao meu lado e me observa. É negro. Não como um homem, mas como o universo. Em sua pele pode-se "" no vazio das estrelas. Seus olhos são buracos que vão dar no infinito das coisas e de si mesmo, e no que eles refletem eu penso me ver.

Não faz sentido algum e eu sinto medo.

Gostaria agora de acreditar em Deus. Eu me ajoelharia diante do Senhor e imploraria para que me amparasse em seus braços até que me desfizesse em Seu Amor infinito. Mas o visitante devorou meu Deus. Destroçou-o com seus dentes de dilacerar palavras e sorriu.
Tudo é só silêncio. Um silêncio que cala os sentidos e pensamentos.

Penso que posso ficar louco.

Ele me observa. Sei que me observa e só. Meu medo não faz diferença alguma. Fecho os olhos, mas sei que ele continua a me olhar.

É preciso fazer alguma coisa para que ele não assuste também o meu Filho.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Atchim! Não importa

Seu cu. Saliva marrom. Ele lambeu. Não vendo repugnância era maravilhoso. Acenderam as luzes. Fodeu. Sua filha. Fodeu mesmo. Tinha apenas 4 anos. Saiu. Ufa. Saiu sangue no seu pau. Chupa. Puta. Chupa. Chupou. Não deu. Vomitou no seu pé. Deu-lhe um tiro na nuca. Não lhe comeu.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Do amor e da tentativa de compreensão

Joguei meu filho para o alto
Ele sorriu e pediu mais
Joguei meu filho para o alto
Ele sorriu e pediu mais
Joguei meu filho para o alto
E de propósito o deixei cair